Wingsuit: o voo extremo a 200km/h que mata em 4 anos? Vanio Beatriz descomplica no Natrilha
- Wingsuit é para todos?
- Qual a sensação de planar a 200km/h sobre abismos?
- Como checar paraquedas antes do salto fatal?
- Tem 4 anos de “vida útil” nesse esporte?
Wingsuit: O Que É e História
O wingsuit (ou “wingsuit flying”) transforma queda livre em voo planado com um traje-asa que imita asas de morcego. Primeiramente, ele nasceu do paraquedismo nos anos 70 nos EUA. Depois, explodiu mundialmente com o BASE jumping de montanhas e pontes.
No Brasil, os principais polos ficam em Boituva-SP e Paraná, concentrando cerca de 170 praticantes ativos. Porém, o wingsuit ostenta a taxa de fatalidade mais alta entre esportes radicais – média de 4 anos de prática até acidente fatal.
Enquanto isso, os esportes de aventura são desafiadores por natureza. Geralmente, eles ocorrem ao ar livre em ambientes naturais como montanhas, rios e florestas. Assim, envolvem risco calculado e emoção intensa.
Por exemplo, escalada, rapel, rafting, paraquedismo, bungee jumping e mountain bike exigem habilidades técnicas específicas. Além disso, demandam equipamentos especializados para garantir segurança.
Portanto, esses esportes proporcionam liberdade, conquista pessoal e conexão com a natureza. No entanto, requerem treinamento adequado antes da prática. Assim, minimizam riscos envolvidos.
Hoje, iniciantes no wingsuit têm opções no Brasil, mas Vanio Beatriz (30 anos em turismo de aventura, Curitiba) faz um alerta crucial: pular etapas = fatal.
Especificamente, escolas homologadas em Boituva exigem 200 saltos skydive prévios (categoria C). Somente então, você pode iniciar treinamento de wingsuit com segurança. Para isso, siga rigorosamente estas recomendações:
Siga essas 6 dicas para NÃO morrer no primeiro voo:
-
200 saltos skydive (categoria C) MÍNIMO.
-
Curso wingsuit em escola certificada (R$7k+).
-
+200 saltos wingsuit avião antes de BASE.
-
Checagem MANUAL: fita, pinos, vento no exit.
-
Domine giro (10 saltos iniciais eliminam 80%).
-
Ouça as “vozes” no precipício – desista se falar.
Natrilha no YouTube:
Participe conosco
- Para colaborar com o crescimento do nosso podcast, compartilhe esse post ou o episódio nas redes sociais e grupos de mensagens. Fazendo-o pelo instagram, marque nosso perfil @natrilhapc e use a tag #natrilheiros Assim fica mais fácil de te achar e interagir contigo, ok?
- Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie.
- Lembre-se: Use a tag #NATRILHEIROS para acharmos suas postagens nas redes sociais.
- Diz pra gente de onde você é, sua idade e qual esporte (ou atividade) você pratica (ou não).
Colabore com o Natrilha via chave pix: [email protected]
Busque o Natrilha nos agregadores:
Natrilha no Deezer – Clique aqui
Natrilha no Spotify – Clique aqui
Grupo Telegram do Natrilha. Acesse e participe:
Entrar no Grupo Telegram – Natrilha
Nosso e-mail: [email protected] Edição: Renan Cirilo




