NaTrilha #16 – Parkour

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O NaTrilha de hoje voa baixo na tentativa de transpor as barreiras do conhecimento e falar sobre Parkour. Conhece alguém que tem curiosidade nesse esporte? Mostre a ele esse programa.

Esse programa foi sugestão de nossa ouvinte Luciene Conrado.

Saiba como praticar o parkour sem a necessidade de colchões, sem machucar e a diferenciar Parkour de Free Running. Entenda como desenvolver suas habilidades de forma gradual e encontrando suas facilidades sem incomodar nenhum vizinho e não ser incomodado pela polícia. Descubra qual dos participantes é bem parecido com Cleber Tolledo. Não sabe quem é? Escute esse programa e saiba que você não está sozinho nessa.

Tire seu tênnis caro do pé, vista seu uniforme e compartilhe esse episódio. Se fizer pelo Facebook, não esqueça de deixar o compartilhamento em modo “Público”, ok? Assim poderemos falar seu nome durante a leitura de emails.

Quer completar alguma coisa? Tem sugestão de temas pra gente? Ainda ficou na dúvida ou quer simplesmente concorrer ao prêmio “Joinha”? Manda um e-mail pra gente. Vale até uma selfie.

Não esqueça de dizer de onde você é, sua idade e que esporte pratica (ou não)

Diga-nos o que achou desse programa. Seu feedback é importante para nós.

Para pular a seção de leitura de e-mails e comentários, pule para 14 minutos e 40 segundos.


Participantes do programa de hoje:


Comentado durante o programa:

Participação do Renan no Plataforma Drops 47 – Maior, melhor e mais tosco

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David Belle – Fundador do Parkour

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Sebastian Foucan – Fundador do Free Running


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– Daiana Almeida


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Agradecimentos:

 Luciene Conrado, Diogo Bob, Senhor A, Ana Luiza Karan, Giovani Sousa, Paulinho Siqueira, Samir Reis e Samir Sell.


Nosso e-mail:

natrilhapc@gmail.com

  • Pingback: NaTrilha #16 – Parkour – Podflix - Podcast()

  • Rogério B de Miranda

    Muito bom o episódio. Não sabia a diferença de Parkour e Free Running, bastante esclarecedor.
    Eu morro de inveja de quem pratica, mas como estou mega acima do peso e tenho um probleminha nos joelhos, não me arrisco antes de resolver essas questões.
    Merece uma continuação com certeza.
    Acho que o mais próximo de Parkour que cheguei foi quando criança que ia atrás de pipas ou de bolas que caiam na casa dos vizinhos… Fugir de cachorros era muito motivador rs.
    Parabéns por mais esse episódio.

    • hahahaha… se for assim todos nós somos praticantes de parkour por natureza, Rogério. Quem nunca deu piruetas pra esquivar do chinelo voador da mãe? (claro que nunca conseguimos)
      Aguarde que a segunda edição virá em breve.

  • Pétrus Davi

    Olá Renan e Lucia, tudo bem? Finalizando aqui com o terceiro comentários

    Sobre o episódio, esse foi um episódio de ouvir, não pelo episódio, ele ficou muito bom apesar dos problemas técnicos, é que acabei lembrando de minha ex namorada que também fazia parkour e acabava me contando umas historias sobre os dias de treinamento dela haha, mas enfim.

    Eu sempre imaginei que parkour fosse BEM mais antigo do que foi retratado no episódio, no jogo assassins creed, essa parte de parkour é muito bem explorada, só que os produtores fizeram um pouco diferente e colocaram o jogador para fazer parkour em outras áreas, como florestas e pântanos, não sei se parkour é apenas dentro da cidade, fica aí a questão.

    A vontade de praticar até surge, mas como a maioria, eu também acabo ficando com um pé atrás justamente em função da “dificuldade” que o pessoal que pratica parkour passa ao fazer todas aquelas manobras, mas espero que um dia esse medo passe. Bom episódio e abraço a todos! 🙂

    • Mas Pétrus, se você procurar um profissional responsável, o risco diminui muito. E quanto a fazer manobras, isso é gradual. Quem sabe um dia você não perde esse medo? Tente. Um grande abraço.

  • Jorge Augusto

    Renan e Lucia, boa noite.

    Ouvi o episódio hoje… Não conhecia o Free Running, pensei que realmente era tudo Parkour. É bom ter alguém que te abra os olhos para algo que você sequer conhecia.

    Gostei muito da maneira com que vocês exploraram o assunto, deixando ele bem instrutivo e interessante de saber!

    Um grande abraço a vocês e até a próxima!

    • Eu também achava que era tudo “Le Parkour”, Jorge. Que bom que conseguimos transmitir um pouco do que é o esporte e suas diferenças. Abração e continue nos ouvindo.

  • Diogo Rodrigues

    Gosto do NaTrilha por justamente me surpreender nos temas. Este de Parkour é interessantíssimo e diferente do que se vê normalmente na podosfera. Indicarei para um amigo praticante.

    • Valeu Diogo. Que bom que curtiu o programa. A intenção é sempre essa mesmo de trazer o máximo de informação possível de esportes não tão populares.

  • Sou um adepto do Le Empacour, que na tradução literal é “o cara que ameaça pular e na hora empaca”, talvez vcs deveriam falar desse esporte lendário também. bjos gregos cremosos.

    • Zoppe, meu amigo cremoso. Acho que não é bem isso que é a filosofia do Parkour. kkkkk..Mas anotei a sugestão aqui. Assim que conseguir formular uma pauta coesa, vamos te convidar, blz? Obrigado pela participação e continue nos ouvindo.

    • Tenha sempre um amigo por perto, afinal um amigo é Parkour de outro

  • Acabei de ouvir agora, e que episódio tchap-tchurra.

    Ainda me lembro [velho mode: on] de quando o Parkour chegou ao Brasil e, como sempre, a mídia “grobáu” fez aquelas matérias sem qualquer cunho realmente informativo, sobre essa “moda francesa de gente que sai correndo pelas ruas pulando trudo que vê pela frente”. Qualquer um que se guiasse por essa fonte de informação, acharia que a França havia regulamentado uma escola profissional de trombadinhas.

    Entretanto, apesar de meu joelho completamente ferrado, sempre tive uma vontade muito grande de praticar parkour. Sempre curti esportes urbanos (era até skatista quando meu peso não dobrava o shape) e acho muito legal a prática, seja como esporte, seja como exibição.

    Valeu por mais um ótimo episódio, estava com saudades de ouvir um tão divertido e empolgante. 8)

    • Que bom que curtiu mais esse episódio, Pensador. Bem vindo ao clube dos “joelhos danados”. E de fato seria engraçado ver bandido levando tombo nessas tentativas. Obrigado pela participação e continue nos ouvindo. Grande abraço.

  • Patricia Ferreira

    Renan, eu sou a Patrícia (mãe do Panda) e tenho 44 anos. O Akira sabe minha idade (era só olhar na ficha de inscrição)! ????
    Tenho 2 filhos: o Gabriel (21 anos) e o Rapha (14 anos), o Panda.
    Adorei o podcasting de vcs! Força aí e parabéns !!!

    • Eu quem te parabenizo, Patrícia. Sua história é de se admirar. Que bom que gostou do nosso trabalho. Mas há de concordar que não falamos a idade na melhor das intenções, ne? (Rsrs)
      Mais uma vez, parabéns por acompanhar o pandinha, por ouvir nosso programa e pela participação em nossos comentários. Continue nos ouvindo e participando. Um grande abraço

  • Keila Johanna Aaltonen

    É realmente um esporte interessante
    Parabens pelo cast 😉

    • Obrigado pelo seu comentário, Keila. Continue nos ouvindo

  • Faraho

    Eu morro de medo de me quebrar… O.o

    • Continue ouvindo nossos episódios e isso nunca vai acontecer. rsrs..

  • Pingback: Galera do RAU #38 – Saúde é o que interessaaa… – Podflix - Podcast()

  • Rafael Bräscher

    Sou professor de educação física e meus alunos querem praticar parkour na escola. Pesquisando o assunto descobri esse maravilhoso podcast. Sou fanático por podcasts, mas ainda não conhecia o Na Trilha. Já orientei os estudantes a ouvirem os 2 programas sobre parkour. Em breve farei contato por email para que me ajudem com o processo educativo do esporte na escola. Conto com vocês. Parabéns pelo trabalho! Lindo demais!

    • Olá Rafael, primeiramente me desculpe pela demora na resposta.

      Ficamos todos lisonjeados e surpresos com seu comentário. Certamente precisamos de mais educadores com visão contemporãnea como a sua para acompanhar essa nova geração. Fico feliz em saber que o NaTrilha tem exercido bem seu papel de informar e entreter e certamente continuaremos nessa missão até onde nossas forças permitirem. Conte conosco para o que for necessário e também continuamos contando com sua participação para melhoramentos de nosso conteúdo. Citamos o seu nome no episódio 30. Parabéns e até a próxima.