NaTrilha #08 – Mochileiras Outdoor

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O NaTrilha de hoje resolveu colocar a cargueira nas costas e bater um papo com as equipe do Blog Mochilando com Elas e nesse papo descontraído não faltou informação,  diversão e histórias pessoais.

Já ouvimos falar que banana tem potássio e é bom pra quem corre, caminha e pratica esportes, porém descubra como uma manga pode fazer toda diferença no Pico da Bandeira.

Faltou falar de alguma coisa? Ainda ficou na dúvida ou quer simplesmente concorrer ao prêmio “Joinha”? Manda um e-mail pra gente.

Não esqueça de fechar bem sua barraca e marcar seus amigos com

#fikadikapraquemvaipropicodabandeiraetameiodespreparadolevamantatermicapqsalvavida

Identifique-se, diga sua idade, que esporte pratica e diga-nos o que achou desse programa. Seu feedback é importante para nós.

 

Participantes da equipe Mochilando com Elas:

LogoMochilandocomelas

  • Anazélia Tedesco
  • Thais Tovar
  • Stephani Vidigal

Comentado durante o programa:

Grupo Telegram do NaTrilha. Acesse e participe:

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Ouvinte praticando as indicações do NaTrilha

Divulgação:

Som do Caixão

Nosso e-mail:

natrilhapc@gmail.com

  • Excelente programa. Sempre curti estas paradas, mas sempre faltou oportunidade de se fazer bem feito. Mas o NaTrilha esta sempre reativando em todos a vontade de se fazer alguma atividade.

    • Lucia Conrado

      Obrigada mais uma vez, muito bom saber que estamos agradando e até deixando na vontade de praticar algum esporte, agora só precisa ir para a prática. Continue sempre conosco! Grande abraço.

  • Paulo Victor Gomes Novaes

    Muito bacana a conversa com nossas conterrâneas, com as inevitáveis piadas sobre a barraca armada! haha
    E o lance da manga? Tô tentando entender até agora! kkkkk

    • Lucia Conrado

      Fazer o Natrilha é uma grande diversão, as piadas vem naturalmente.
      Essa história da manga da Thais, se alguém me contasse eu não ia acreditar..kkkk
      Ainda bem que hoje em dia temos mais informação e o NaTrilha para ajudar quem quer praticar alguma atividade esportiva e tem alguma dúvida. Grande abraço e continue NaTrilha…rsrs

    • Renan Cirilo

      Rápido e objetivo: Manga é uma fruta volumosa, pesada e a chance de melecar a bagagem toda é alta.

      • depois que comecei a fazer trilha, eu e uma amiga falamos que a gente desapega de comer fruta bonita prq tudo amassa na mochila hahahahah

  • Anazélia Tedesco

    Acho que sofri bulying nesse podcast! Hahahaha Valeu pelo convite, Renan e Lúcia! Continuem esse trabalho de divulgação da vida outdoor. Espero que muitas pessoas possam iniciar suas atividades ao ar livre por meio do trabalho de vocês. Abraços!

    • Renan Cirilo

      Nós que agradecemos sua participação, Ana. Esperamos tê-la de volta em nossos programas em breve. Um abração.

  • Pingback: Grande Salão #3 – Influências que marcaram a vida | Podflix()

  • Pétrus Davi

    Olá Renan e Lúcia, tudo bem? Não sabia o que era mochileira (Na verdade não conheço a maioria das coisas que abordam e por isso ouço o podcast de vocês hahaha além de serem bem amigáveis é claro) e acho que esse podcast pode me servir bem para conhecer alguns lugares. Não sabia que tinha o joelho estourado Renan, apenas me lembrei de quando meu irmão rompeu o ligamento anterior cruzado durante um treino de handebol e teve que ficar um ano inteiro sem treinar…foi difícil…mas felizmente hoje ele está bem melhor e ainda jogando :). Os convidados foram sensacionais e o tema foi bem abordado, para quem ouvir o Batendo na panela sobre o na trilha vai se perguntar das críticas que fizemos lá, pois hoje elas não valem mais hahaha. Bom episódio e abraços 🙂

    • Renan Cirilo

      Pois é, Pétrus. Meu joelho ainda insiste em querer me privar de fazer algumas coisas mas mesmo assim eu vou adiante.
      Que bom que gostou do tema e da forma como abordamos o assunto. Quanto ao seu programa, toda e qualquer crítica é muito bem vinda. Ainda bem que vários pontos abordados já foram superados. Porém ainda temos muito chão pela frente. Grande abraço e continue nos ouvindo e participando.

  • Nossa, esse episódio me deu uma nostalgia MIL. Eu já fiz tds tipos de mochilada, urbana, de fé, ecológica.
    Vamos lá, preciso dizer umonte de coisa.
    Minha primeira mochilada foi urbana (Mato Grosso do Sul/Bolívia/Peru), teve história de peso, de levar umonte de coisa desnecessária que mochileiro fala que é necessária. Meu calçado extra foi um allstar velho e eu invejava muito quem tinha aquelas papetes, porque são CARÍSSIMAS (pelo menos eram para o meu padrão na época). Minha mochila saiu do Brasil pesando 10kg e voltou pesando 14kg de tralha que fui trazendo pelo caminho (isso definitivamente não é recomendável).
    Minha mochilada ecológica teve treta na volta, o ônibus quebrou e tivemos que dormir ao relento e muitas as coisas foram esquecidas no ônibus que foi pra oficina e todo mundo passou frio. Ah sim, na travessia para o local de acampamento um abençoado que estava carregando parte do equipamento tropeçou na pedra do rio e encostou parte do equipamento na água. Quando abrimos, era o meio do saco de dormir. Ah,quem se salvou nesse acampamento? Um amigo que esqueceu de tirar o papel alumínio de assar frango da mochila de ataque (sim, a manta térmica – como era carinhosamente chamada). Todo mundo trollou ele o acampamento inteiro por causa da manta, falando que era desnecessário, e no último dia ele foi o único que dormiu quente.
    Na caminhada de fé o buraco é mais embaixo porque menos é mais. Desprendimento é palavra de ordem. Comecei a caminhada com 8kg, mas esqueci do peso da água, então o peso total era de 10kg. Isso acabou comigo no primeiro dia, foram 33km de caminhada, cheguei no apoio parecendo que tinha levado uma surra (olha que a caminhada era no “plano”). Na primeira cidade (2ª pernoite), dormimos em um hotel, e eu despachei metade da minha mochila pelos correios.
    Ah, e qual meu calçado extra hoje? sim, CROCS, pode ser espaçoso/grande, mas é zero peso (e dá pra usar com meia), e pisar na água – não abandono nunca mais. E sim, silvertape já me salvou também (uma vez colei a roupa que tinha rasgado ma perna e outra usei como esparadrapo pra segurar a gaze prq sumiu o que tinha levado, hahahahah)

    • Ah sim, eu ia guardar esse comentário para cozinha outdoor mas eu sou conhecida na trilha por fazer as melhores comidas hahahaha (e olha que na época nem tinha esse lance de comida liofizada – a qual nunca experimentei, mas já rolou até yakisoba) e sempre tenho alguma coisa coringa na mochila.
      Outra habilidade que tenho é de fazer o melhor roteiro, mas meu senso de localização no percurso com mapas é bem ruim, mas tenho memoria visual que ajuda bastante e sou comunicativa e sempre chego aonde planejei. E se não tem gente para informar, meu feeling ajuda, mas não necessariamente é senso de direção eu acho – normalmente eu busco fotos dos locais na trilha pra me ajudar no percurso pra eu não me perder.
      E a última é que eu sempre carrego alguns itens coringa que a experiencia me trouxe, mas ninguém esquece o dia fatídico quando eu tirei um chocolate de dentro da mochila no meio da trilha do Sol (Ilha em Copacabana – Bolívia) trazendo um momento de sanidade pra geral quando tava todo mundo surtando por causa da falta de sombra.

      • Anotado aqui. No próximo pico da bandeira você vem com a gente pra fazer o rango. Abração.

    • hahahaha.. quanta história. De fato um CROCS é bem leve e confortável. Mas não seria muito arriscado usar em uma trilha? Vai que torce o pé depois de escorregar.. sei lá.. eu tenho medo. rs
      Qualquer dia você vai acabar participando de um episódio nosso pra falar dessas roubadas aí que vc participa. Um grande abraço e obrigado.

      • hahahah topo topo, porque não.

      • ah, o CROCS eu uso mais pra tomar banho e pra descansar os pés porque é super anatômico né. o lance dele ser folgadinho também dá um alívio depois de caminhar o dia todo de bota