NaTrilha #37 – Mochilão

Mochilao

Para ouvir esse programa sobre “Mochilão”, clique em “Play” para ouvir online no player acima ou “Baixar” para transferir para seu dispositivo.

O Natrilha de hoje finalmente vai tirar aquele planejamento, aquela vontade de viajar sem previsão, aquele seu anseio de viajar o mundo, sabe?
Pois é, nós vamos tirar tudo isso do papel, arrumar as tralhas e falar sobre Mochilão.

E com o objetivo de te ajudar a escolher qual é a melhor forma de trabalhar o seu sonho pra conhecer os 7 cantos do mundo, convido você ouvinte a escolher muito bem a sua cargueira de desejos, desapegar-se da ignorância, vestir o seu tapa ouvidos para evitar aqueles maus conselhos, decidir qual o meio de transporte que vai te levar onde menos espera para se hospedar com pessoas que você sequer conhece.

Além disso, o que é muito importante: economizando o máximo possível da sua grana hein!? Tome cuidado, o espirito mochileiro vai te pegar.

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Participantes do programa de hoje:


Comentado durante o programa:

 

Participação das integrantes do Blog Mochilando com Elas

Episódio do Pico da Bandeira também com a participação da integrantes do Blog Mochilando com Elas:

World Packers – www.worldpackers.com

BlaBlaCar – www.blablacar.com.br

Lista Coringa da Laura Sette no Blog – 7cantosdomundo.com.br

 

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Mochilão

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– DESBRAVADORES: João Olavo de Vasconcelos.

– DESTEMIDOS: Paulo Victor Gomes Novaes.

– INSTRUTORES: Vitório Paulino Silvestre.


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Agradecimentos:

João Olavo de Vasconcelos, Paulo vitor Gomes Novaes, Vitório Paulino de Paiva Silvestre, Aline Hack, Fabiane Marcondes, 335º Grupo Escoteiro do Ar Senta a Pua, Alexandre Gomes, Eduardo Couto, Douglas Ricci da Costa, Rafael Bräscher, Fabio Murakami, Tenistas Em Ação, Hercules Passos, Giseli Capelini, Filipe Mendonça, Giovani Souza, Jhonas Gama, Marcelinho, Polenguinho e Carolina Faustini.


Nosso e-mail: natrilhapc@gmail.com

  • Aaaah first! ESSE EPISÓDIO! Como eu amo mochilar! Esse ep me lembrou meu primeiro mochilão foi Bolívia/Peru (em 2008), e como todo bom mochilão (ainda mais sendo o primeiro) foi cercado de tretas e aprendizados! Lembro do peso da mochila do meu companheiro de viagem que carregava nada menos que 18 pacotes de biscoito recheado com medo de passar fome com comidas esquisitas.
    E o lance do imprevisto é terrível, tínhamos planejado fazer o caminho inca pra Macchu Picchu e ficamos presos na fronteira por causa de manifestações políticas à época, estavam apedrejando TODOS os ônibus e quem não respeitasse colocava sua vida em risco. Ou seja, os 3 dias que faríamos esse passeio à pé tivemos que ficar plantados na cidade de Copacabana, uma cidade que não tem absolutamente nada, só um maravilhoso lago e um maravilhoso por do sol, apreciado os 3 dias a um frio de 4 graus (do qual também não estavamos TÃO preparados assim hahahaha).
    Mas, o que isso implicou? Além de tomamos mais cerveja boliviana que peruana e tivemos que ir à Macchu Picchu de trem – o que implicou um gasto altíssimo e não previsto de 100 dólares a mais -, porque ao invés de subir andando (pagaríamos 100 dólares pela travessia com tudo incluso os 3 dias, acabamos gastando $150 no trem+ $50 na cidade de Aguas Calientes com hospedagem/alimentação. Tudo porque tínhamos marcado a viagem de volta de avião e não dava pra alterar prq pegamos uma mega promoção de R$280 a volta.

    Resultado disso tudo? Um novo planejamento de viagem pra Macchu Picchu em breve, só que de forma mais otimizada. Ao invés de cruzar a Bolívia com o Trem da Morte (aventura incrível, contudo, dispensável hoje), subirei de avião direto para La Paz e de lá segue o baile do mesmo jeito com novos passeios que não foram possíveis e mais dias disponíveis em Cuzco (que não curtimos por causa da manifestação da fronteira).

    Quanto ao seguro de vida/saúde/viagem as primeiras que fiz não me preocupava com isso. Fui me preocupar quando fui para os EUA e graças a Deus tinha feito, porque peguei uma gripe DEMONÍACA q me derrubou 2 dias lá e quase fui parar no hospital. Nunca mais deixei de fazer.

    • É isso aí, Aline. Planejamento é tudo. Dá uma conferida nos materiais dos blogs dos convidados que lá tem várias dicas excelentes. E quando rolar a viagem, não deixe de mandar fotos pra gente.
      E com relação a viagem, valeu a pena esse perrengue todo?

      • Valeu sim, sempre vale! Seja pra aprender ou nem que seja pra dar boas risadas depois!

  • Nathachi

    Olá, adorei este podcast!!!

    Minhas considerações sobre mochilas cargueiras para viagem e para trekking:

    – Não podemos desprezar totalmente as marcas nacionais, eu já ouvi bons relatos da
    mochila cargueira curtlo por exemplo, acho importante conversar com quem tem, ler fóruns como o mochileiros.com e analizar;

    – Eu comecei com marca nacional emprestada (é importante começar com o que tem, se não
    puder gastar no momento com esse item), era uma trilhas e rumos 70L (enorme!), não posso desprezá-la, foi minha companheira, depois de devolvê-la fui para uma kailash 60 L no mesmo estilo e peso.
    Com elas eu percebi que a barrigueira é importante, o peso é importante e uma mochila menor seria melhor, tendo uma com mais de 60L vc vai cair na tentação de enchê-la e ficará mega pesada. Praticar o desapego e ler sobre “Backpacking Light” é ótimo.

    – No meio do caminho comprei uma guepardo 45L, porém, a mesma arrebentou a alça, o
    fabricante alegava que era uma cargueira na etiqueta, mas, na hora do recall
    alertou que eu não poderia levar mais de 6kg, foi uma decepção.

    – Minha mochila no momento é uma Osprey ARIEL AG 65, estou amando seu conforto e vários bolsos, fitas, possibilidades. Serve para trekking e para mochilão. Se for para recomendar, eu recomendaria uma só um pouco menor, de 50 ou 55L e que o chapéu da mochila (parte superior) vire mochilinha, tem que prestar atenção ao comprar vir assim.

    – Já utilizei emprestada do meu namorado uma deuter 42L, também é uma mochila muito
    boa e que te abraça, ele fez um mochilão de 1 mês com ela.

    Mesmo essas mochilas mais tops e caras, podem ser encontradas na OLX, nos grupos de usados do facebook (grupos de usados em escalada, trekking, montanhismo) e em sites como trekkin e aliexpress, bem mais baratas do que no BR. Ou seja, tem jeito de ter uma mochila top, bem como barraca top, sem ser rico rs.

    Outra consideração é, aqui em SP existem lojas que fazem test drive de mochilas mediante um calção, conheço apenas a BIVAK:
    http://www.bivak.com.br/loja/test-drive-bivak.html

    Outros comentários:

    Pelas minhas contas a viagem da Fefa custou 3.750 reais por mês… eu acredito que ,se vc quiser dá pra gastar menos, eu penso em levar meu fogareiro e cozinhar todos os dias meu macarrão rsrs, utilizar couchsurfing, de vez enquando carona e se possível acampar.

    Por fim, as mulheres engajadas estão por toda parte, observo o mundo outdoor de montanhismo, escalada e bike onde tenho muitas musas inspiradoras relatando experiências diariamente rsrs.
    Acho que a presença das mulheres aventureiras na internet é forte por quê somos solidárias, queremos inspirar umas as outras e sabemos que encorajar e ajudar com dicas é essencial para o start inicial de vencer todo o medo e toda a pressão cultural contrária a liberdade natural, direito de ir e vir por todo o globo rs.
    Participo de um projeto de trilhas que grita essa união, se chama Mochila de batom, onde um grupo feminino faz trilhas juntas com guias também mulheres e isso funciona de start para outras aventuras maiores. Esse grupo surgiu da observação de que não estamos sozinhas! E sim juntas! 😉

    Concordo totalmenteee com o conselho de aproveitar o caminho, e gostaria de citar uma música que
    diz: “O caminho é o fim, mais do que chegar” (banda litlle joy), quase um hino para mim, no caminho que vc
    encontra as pessoas boas, comidas diferentes, culturas diferentes, no caminho vc constrói pontes para chegar, resolve os perrengues, e é isso que é enriquecedor.

    Obrigadaa aos participantes!!! A Laurinha eu já acompanhava faz tempo, o casal eu passarei a acompanhar ♥

    • Muito obrigado pela excelente contribiução, Natachi. Pelo que percebi, o programa que vamos gravar especificamente sobre “mochilas e cargueiras” vai dar o que falar, né? Também gostei do termo “Mochilão Leve”. Será que rede um programa nesse tema? rs
      Um grande abraço.